terça-feira, 20 de novembro de 2012

Costanza da real


«Bald men, with no jobs and no money, who live with their parents, don't approach strange women.»

George Costanza,  "Seinfeld".




Como se percebe facilmente na imagem abaixo, o careca Jason Alexander, na chamada vida real, e ao contrário da sua personagem Costanza, tem dinheiro e não vive na casa dos pais. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

10 coisas que você não precisa contar ao seu namorado

Sempre bom ver a confirmação do que os MRAs dizem.


Nem tudo o que você já fez ou o que você pensa não precisa chegar aos ouvidos do seu namorado. Listamos as 10 coisas que é melhor ele não ficar sabedo...

1. Com quantos caras você transou. Deixe-o pensar que é o primeiro e último da lista.

2. Seu peso. Ninguém além de você precisa saber disso - às vezes nem mesmo você!

3. Todos os detalhes picantes da festa de final de ano da sua empresa.

4. Que você sente frio na barriga quando pega elevador com o gato do 8º andar.

5. Suas senhas na internet. Ele NÃO precisa saber quem mandou DM ou quer adicionar você no Facebook. Muito menos ler seus e-mails e ter o poder de responder!

6. Quanto custou aquela sandália in-crí-vel que você usou apenas uma vez.

7. Quanto você acha o melhor amigo dele lindo. Na verdade, você tinha até olhado primeiro para ele na noite em que vocês... Hum, deixa pra lá.

8. Quantos ex-ficantes e/ou ex-namorados você tem no seu MSN e quantas vezes por semana você conversa com eles - e que a frequência aumenta especialmente nos dias em que vocês estão brigados.

9. Que seu ex era óptimo em... qualquer coisa!

10. Que a mãe dele é chata e implicante. Isso vale também para o pai, irmãos e até o cachorro da família.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

As cantadas

Agora criaram uma página para se lamentarem das cantadas.

https://www.facebook.com/CantadaDeRua
71 - "Uma vez, em uma manhã, eu estava indo para o consultório da minha psicóloga, a pé, e no caminho passou um senhor mais velho (de uns 50/60 anos) do meu lado, que ao chegar bem perto, esbarrou em mim e disse "Que delícia". Eu tinha outras coisas pra conversar com a minha psicóloga naquele dia, mas o assunto só ficou nisso. Eu não parava de tremer, até minha voz tremia, só conseguia sentir nojo e pavor."
69 - "Quando eu tinha uns 15 anos estava no ônibus voltando da escola, junto com uma amiga. Estávamos em pé, na parte da frente do ônibus e tinha um homem sentado perto de nós que estava falando um monte de besteiras pra mim, um monte de coisas nojentas. Eu estava apenas ignorando, tentando não ouvir, até porque eu iria descer do ônibus logo. Daí quando eu desci, o homem ficou olhando pra mim pela janela, e como eu já estava longe dele, sem o risco de ele fazer qualquer coisa comigo, eu resolvi "reagir" e mostrei o dedo do meio pra ele. Então, ele me disse: Aí eu pego à força e depois reclama." [Kika]

66 - Eu tinha 16 anos e fui com a minha mãe ao supermercado. Lá, um dos funcionários (acho que um dos repositores), começou a mexer comigo, dizendo "oi, morena" e coisas assim. Na terceira vez, fui para perto da minha mãe e contei o
que estava acontecendo. Ela chamou o segurança e eles foram conversar com o rapaz, mas sem escândalo. Depois disso, ele chegou perto de nós duas para pedir desculpas, e minha mãe disse que "tudo bem", e que eu "ainda não tinha aprendido direto a ter educação" para ser "elogiada". Eu fiquei chocada com isso. O pior nem foi sofrer o assédio, foi minha mãe dizer que eu não tinha "educação" para aceitá-lo!
Eu me arrependo de não ter feito nada, mas naquela época eu tinha medo de responder. Se fosse hoje, eu teria feito escândalo no supermercado! O infeliz foi demitido depois disso, bem feito." - Bárbara


 
65 - "lembro de uma vez que eu e minha irmã e uma amiga estávamos sentadas na rua do lado de fora do prédio dessa amiga minha conversando.
nisso passou um motoqueiro e falou alguma coisa muito baixo na hora nem entendi e fiquei perguntando "o que?" achando que ele estava pedindo alguma informação mas ele estava perguntando se nós queríamos ir na casa dele que ele pegava o carro dele.
Ae minha amiga conseguiu entender e mandou ele se fuder e nós entramos no prédio correndo assustadas e ele saiu correndo com a moto."
B.
 
64. Mas o pior episódio certamente aconteceu em 2010. Eu desci no ponto de ônibus a um quarteirão da minha rua por volta de 22h e caminhava tranquila, quando um carro saiu da esquina anterior e se aproximou da calçada. Havia um homem com um rapazinho de uns 13/14 anos, e este último tentava chamar minha atenção. Por alguns segundos, todos os meus instintos de sobrevivência falharam e acreditei que se tratava de alguém pedindo informações. Parei de andar e o garoto desceu, encorajado pelo pai que dizia "vá lá..." O alarme soou em meu coração e falei alto, determinada: "pare onde está. Não dê mais um passo." Ele se acovardou, acho que somente pela pouca idade, eu dei as costas e saí andando rapido. Só vi o carro arrancando velozmente, meu peito doendo de tanto medo, tanto terror, que me desabou em lágrimas segundos depois desse enfrentamento tão necessário. Acho que minha coragem não calculada - ou meu desespero, não sei - me salvou de um estupro.
61 - "Eu tinha 13 anos e estava voltando do colégio, meu uniforme não era chamativo: apenas uma camisa e uma calça com o nome da escola. Um homem em uma moto diminuiu a velocidade e tive a impressão de que ele estava me cercando. Fiquei com medo, pensei que talvez fosse ser assaltada. Ele diminuiu ainda mais e pediu informação para chegar a um lugar, eu disse que não sabia. Então ele me olhou e perguntou quantos anos eu tinha. Respondi '13', meio desconfiada. Então ele me olhou dos pés à cabeça e disse: "Treze? E já com esse peitão?", com aquele tom de voz nojento que faz a gente sentir que é um pedaço de carne. Fiquei com raiva e disse; 'ah, vai se fuder!'. Ele acelerou a moto e gritou "vamos juntos, então" e, para meu alívio, foi embora."

[Heloisa]

Rô Fernandes Absalão
59 - E com 38 anos de idade, um psicopata e crente fanático, me persegue, me assedia no trabalho e fica com raivinha por não ter dado a mínima pra ele. Tão inteligente que me disse que sou lésbica por não ter experimentado o "pau dele" e depois disso me ameaçou. Fora outras histórias que passei que não me lembro. À medida que for lembrando, posto aqui.


Rô Fernandes Absalão
58 - E já nos meus 20 anos, se aproxima de mim um homem bêbado querendo me tocar, dizendo que eu era bonita e blá blá blá. Eu falei, em mim você não encosta 1 dedo! (isso foi durante o dia, eu estava indo para a faculdade e havia muita gente olhando). De bonita, passei a feia, prostituta, piranha e esses adjetivos "carinhosos". Me envergonhei por ele e por ter sido tratada assim.


 Rô Fernandes Absalão
57 - Quando eu tinha uns 16 anos confesso que senti nojo, mas sempre me foi ensinado a não falar nada. Passando perto de uma oficina, um camarada me disse: "nossa, que mulatinha gostosa..." Me senti muito mal, pois além dele falar em etnia, me enxergou com objeto sexual, assim como é a visão que a maioria dos brasileiros enxergam a mulher mestiça ou negra: objeto sexual. Não serve para reprodução, nem para casar.


 56 - "Foi ano retrasado, na época eu tinha uns 12 anos e minha prima 13. Estava andando com ela por aí e um velho com uma bicicleta parou do nosso lado e falou: ''Humm, já estão namorando né? Quero participar também''. Não falamos nada no momento, acho que estávamos chocadas demais com a atitude do sujeito, era um velho e nós nem tínhamos 14 anos ainda, depois de um tempo que bateu o sentimento de revolta. Quem aquele estúpido pensava que era? Velho nojento. Ainda fico com raiva quando lembro disso, queria poder voltar no tempo e mostrar o dedo do meio para aquele idiota."


 Eu sou branca. Eu sou magra. Eu 'tenho corpo' e cabelo claro. Juntando tudo isso, forma aquela maldita "beleza óbvia" que a sociedade insiste em propagar como ideal - mas isso é conversa pra outra hora.
Não, eu não sou egocêntrica. Acontece que é

necessário contar isso para dizer que, de certa forma, me sinto punida. Tomei trauma de andar sozinha (principalmente) no centro da cidade, inclusive eu evito isso de todas as formas possíveis, pois é impossível não ser vítima de assédios. E O PIOR É: SE ACHO RUIM, os homens me julgam nojenta e metida e me xingam. Pois eles acham que pelo fato de "ser bonita", eu me julgo superior. NÃO!!!!

Impossível contar quantas vezes um "gostosa" virou um "vai tomar no cu, desgraçada" e quantas vezes fui abordada por moradores de rua sem nenhuma pretensão de assalto, apenas me assustando como forma de diversão pessoal...

[Fernanda]
 
 


 




Falsa Acusação de Violação


Ai querem igualdade?

Antes de nos rirmos um bocado, aqui está um exemplo de como um homem minimamente honrado e racional deve exercer um cargo de autoridade prisional. Este exemplo só é digno de nota porque, nos dias que correm, não é comum. Excepto isso, é caso para dizer que Xerifo Joe Arpaio mais não faz do que lhe compete.

Fonte: Blogue o Gládio


Joe Arpaio: Esse é o cara! 

« Joe Arpaio é o xerife do Condado de Maricopa, no Arizona, já há bastante tempo e continua sendo reeleito a cada nova eleição.Ele criou a 'cadeia-acampamento': várias tendas de lona, cercadas por arame farpado e vigiadas por guardas como numa prisão normal. 



Baixou os custos da refeição para 40 centavos de dólar que os detentos, inclusive, têm de pagar. Proibiu fumar, não permite a circulação de revistas pornográficas dentro da prisão e nem permite que os detentos pratiquem halterofilismo. Começou a montar equipes de detentos que, acorrentados uns aos outros(chain gangs), são levados à cidade para prestarem serviços para a comunidade e trabalhar nos projectos do condado. 


Para não ser processado por discriminação, começou a montar equipes de prisioneiras nos mesmos moldes das equipes masculinas. Cortou a TV a cabo, mas quando soube que TV a cabo nas prisões era uma determinação judicial, religou, mas só entra o canal do Tempo e da Disney. 

Quando perguntado por que o canal do tempo, respondeu que era para informar acerca da temperatura que vão enfrentar durante o dia quando estiverem prestando serviço na comunidade, trabalhando nas estradas, construções, etc. Em 1994, cortou o café, alegando que além do baixo valor nutritivo, estava protegendo os próprios detidos e os guardas que já haviam sido atacados com café quente, sem falar na economia aos cofres públicos de quase US$ 100,000.00/ano. 

Quando os meliantes reclamaram, ele respondeu: 


- Isto aqui não é hotel 5 estrelas e se vocês não gostam, comportem-se como homens e não voltem mais. 

Distribuiu uma série de vídeos religiosos aos prisioneiros e não permite quaisquer outros tipos de vídeo na prisão.Perguntado se não teria alguns vídeos com o programa do partido democrata para distribuir, respondeu que nem se tivesse os distribuiria, pois provavelmente essa era a causa da maioria dos presos ali estarem. 

Após os recordes de temperatura durante várias semanas, uma agência de notícias publicou: 

Com a temperatura atingindo 116º F (47º C), em Phoenix no Arizona, mais de 2000 detidos na prisão acampamento de Maricopa tiveram permissão de tirar o uniforme e ficar só de shorts, (cor-de-rosa), que os detentos recebem do governo.




Na última quarta feira centenas de detentos estavam recolhidos às barracas, aonde a temperatura chegou a atingir a marca de 138º F (60º C). Muitos com toalhas cor de rosa enroladas no pescoço estavam completamente encharcados de suor. Parece que a gente está dentro de um forno, disse James Zanzot que cumpriu pena nessas tendas por um ano. Joe Arpaio, o xerife durão que inventou a prisão-acampamento, faz com que os detentos usem uniformes cor-de-rosa e não faz questão alguma de parecer simpático. 


Ele costuma dizer aos seus meninos:

- Nossos soldados estão no Iraque onde a temperatura atinge 120° F (50° C), vivem em tendas iguais a vocês e ainda tem de usar fardamento, botinas, carregar todo o equipamento de soldado e, além de tudo, não cometeram crime algum como vocês. Portanto calem a boca e parem de reclamar. 

Se houvesse mais prisões como essa, talvez o número de criminosos e reincidentes diminuísse consideravelmente. 

Criminosos têm de ser punidos pelos crimes que cometeram e não serem tratados a pão-de-ló, tendo do bom e melhor, até serem soltos para voltar a cometer os mesmos crimes e voltar para a vida na prisão, cheia de regalias e reivindicações. 

Muitos cidadãos honestos, cumpridores da lei, e pagadores de impostos não tem, por vezes, as mesmas regalias que esses bandidos têm na prisão. »

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Agora a parte mais engraçada. Destaco a seguinte passagem:

« Para não ser processado por discriminação, começou a montar equipes de prisioneiras nos mesmos moldes das equipes masculinas.»

Digam o que disserem  os opositores do Xerife Joe, pelo menos não o podem acusar de discriminação sexual. Aposto que as feministas o apoiam. Ainda por cima, Arpaio não é dado a preconceitos e estereótipos sexistas: dá fardas cor-de-rosa aos homens.



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A chico-espertice de Marilyn

A beleza não era a única arma de Marilyn. Apesar de ser mulher, tinha alguma inteligência. E por ser mulher, usava-a para o mal. Como enganar potenciais concorrentes, dizendo-lhes que estava tudo bem em serem balofas:



De nada, querida mamífero marinho!
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Esta estratégia, em teoria, até podia ser usada por um dirigente desportivo para enfraquecer os outros clubes:

-A todos os jogadores de futebol que se acham incompetentes por não conseguirem correr dez minutos seguidos, a vossa condição física não é ridícula. A sociedade é que é ridícula.

Só que, ao contrário da maioria das mulheres, os homens não são naturalmente ingénuos e nenhum cairia num truque tão básico. Assim, os dirigentes desportivos, quando são trafulhas e imorais, têm de usar a primeira arma de Marylin: beleza feminina. Contratam prostitutas bonitas para corromper árbitros, defesas e guarda-redes adversários.