Mostrar mensagens com a etiqueta feminismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta feminismo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 25 de novembro de 2012

Elas não têm sentido de humor

Uma página da facebook fez esta tirinha totalmente inofensiva....


Depois desta tirinha, eles fizeram duas a atacar os homens:



Nenhum homem se sentiu minimamente ofendido porque as pessoas normais sabem distinguir piadas de ataques propositados. As feministas infelizmente não. Como para elas TUDO é política e TUDO e sobre elas, eis como responderam à tirinha  inofensiva:


A elite mandou, as mulheres obedecem:




"Chega de machismo!"
Depois disso, os autores da tirinha tiveram que emitir um comunicado:


A isto, uma mulher respondeu de forma acertada:

É isso aí. A histeria feminista está a destruir o humor e nós estamos a deixar.

Ficam aqui umas tirinhas só para as "fortes e independentes" que querem ser "valorizadas":



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mensagem para Clint Eastwood

Aviso: o autor deste texto é um profissional machista de reputados méritos e carreira, com autoridade para fazer reparos aos seus camaradas de profissão. Por favor, caro leitor amador, não tente dar lições de masculinidade a referências internacionais do masculinismo. Não tente isto em casa!

__________________


 

No filme Million Dollar Baby há uma cena, praticamente no início, em que a personagem de Clint Eastwood diz à de Hilary Swank:

"I don't train girls. Female boxing  is the latest freak show."

A seguir a essa fala, o filme deveria ter acabado com a seguinte comovente cena final:


Infelizmente, o realizador preferiu estragar aquilo que tinha tudo para ser uma obra-prima e prolongou o filme para aquilo que se sabe: a história piegas de uma pugilista incompetente. 

A provar que ceder ao feminismo, seja em que ponto for, só traz consequências más, o filme termina com a apologia da prática nazi da eutanásia. Caso o velho treinador se tivesse mantido fiel à sua convicção, verdadeira, de que o boxe feminino é um "freak show", a miúda nunca teria entrado no ringue nem teria batido com a cabeça na cadeira. E assim, também não teria havido o  consequente dilema "fracturante" de optar entre matá-la ou deixá-la acamada e incapacitada para a vida inteira. Falso dilema diga-se, o qual Clint ( diz-se conservador ) resolveu matando a sua "atleta" como se estivesse a praticar caridade.

O mais estúpido de tudo isto é que a personagem de Hilary, a triste aspirante a pugilista, já trabalhava a lavar pratos. Bastaria mesmo ter acrescentado, depois de "female boxing is the latest freak show", um simples e assertivo "Get back to the kitchen!"

Termino com uma citação sobre algo tão simples que escapou a Clint Eastwood:

« O boxe é uma actividade puramente masculina e habita um mundo puramente masculino. (..) Embora haja mulheres pugilistas - facto que surpreende, alarma e diverte - o papel das mulheres deste desporto é puramente marginal. Nos combates de boxe, o papel das mulheres é limitado ao da rapariga de cartaz e ocasional cantora do hino nacional: de outro modo, as mulheres não têm lugar no espectáculo. As raparigas dos cartazes, nos seus fatos de banho e saltos bicudos, raparigas atraentes à anos 50, complementam os pugilistas nos seus calções e sapatos de ginástica, mas não são para ser levadas a sério; a sua exibição pública não envolve qualquer risco e é puramente decorativa. O boxe é para homens, e diz respeito a homens, é masculino. Neste mundo, um certo tipo de força, aliada, é claro, à inteligência e a qualidades incansavelmente desenvolvidas, determina a masculinidade. Tal como um pugilista é o seu corpo, a masculinidade de um homem é o uso que ele faz do seu corpo. Mas é também o triunfo sobre o corpo de outro.O oponente é sempre homem, é o rival da masculinidade de outro homem, realizada totalmente pelo combate. Homens lutando contra homens para determinar o valor ( masculinidade) é algo que exclui totalmente as mulheres, assim como a maternidade exclui os homens. (...) A mulher pugilista é uma paródia, uma caricatura e uma monstruosidade. Se tiver uma ideologia, será muito provavelmente uma feminista. » Joyce Carol Oates, o Boxe, Edições 70

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Mulher ao Volante, Perigo Constante

Feminismo, desenvolvendo a indústria dos bate-chapas desde 1968.



Antes do Feminismo:

Bate-chapas: artesão especializado no restauro de carros clássicos, danificados pela passagem do tempo.


Depois do Feminismo:

Bate-chapas: operário que trabalha em série, restaurando carros acabados de sair do stand, danificados pela perícia das mulheres ao volante.